Música Filmes Sagas Séries Livros Animes Jogos Moda K-Pop Sentido Oposto Sentido Oposto Contactos Downloads Facebook Tumblr Instagram Twitter

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Fun2draw

Hoje no nosso 2º dia da Youtubers Week, vou vos falar duma Youtuber que faz vídeos de arte, ela faz tutoriais de como desenhar e também faz desafios. Ela tem dois canais o Fun2draw e o meiyuart.


Esta Youtube chama-se Mei Yu, começou a desenhar aos 2 anos e desde aí nunca parou,  ganhou 17 prémios de arte e bolsas de estudo após terminar o liceu.
As suas séries / filmes / animes preferidos são: Harry Potter, Sailor Moon, filmes da Disney, The Big Bang Theory, Edward Scissorhands, etc.

https://www.youtube.com/watch?v=tbBhYjr22bw&t=195s


Eu gosto de vê-la a desenhar já que ela desenha super bem e para quem gosta deste tipo de vídeos recomendo muito este canal.
Ela desenha desde personagens famosos até temas a haver com moda.


Este foi um dos modelos finais dum desafio que fez que era desenhar vestidos de gala para as redes sociais.

Alguns dos desafios que ela faz são simplesmente fantásticos e alguns divertidos até de ver o resultado final.
Dois desses desafios que ela fez que eu vos aconselho a ver são do desafio de tornar personagens boas em vilões e os vilões em personagens boas.

https://www.youtube.com/watch?v=0gwRCFDH-wQ&t=285s

https://www.youtube.com/watch?v=bDQZW7yXY6I&t=519s

Link para a segunda parte dos vilões como personagens bons: https://www.youtube.com/watch?v=IDPMkUY63G4


Para ficarem melhor a conhece-la visitem o seu Web Site https://www.fun2draw.com/.


E assim termina o nosso 2º dia desta Youtubers Week.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Kubz Scouts

Hoje vamos começar a Youtubers Week , esta semana foi sugerida pelanossa Oder Uay +Emma Porter, e para começar vou falar dum youtuber que acompanho mais ou menos desde o início.


Robert Jay Perez faz maioritariamente vídeos de gameplay, mas antes deste canal, ele teve um outro (BACKUBZ ACCOUNT), sendo esse o seu primeiro, só que esse canal  levou vários strikes e ele começou a perder inscritos o que o levou a criar um novo canal (Kubz Scouts ).
Jay é meio Filipino e meio americano. Nasceu em Virginia a 28 de abril de 1990.
Para alem de fazer gameplay's ele também faz desafios e tenta desvendar mitos que os seus inscritos lhe mandam. Ficou conhecido através da sua serie de mitos de Yandere Simulator. É também conheido como THAT DUDE.


Alguns dos jogos que ele já jogou / joga são: Yandere Simulator, The Walking Dead, Life is Strange, Persona 3,4 e agora o 5, Hello Neighbour, 60 Seconds, Bully, Kindergarden, Bendy and the Ink Machine, etc.

Para verem um bocado do que ele faz vou deixar aqui um vídeo de compilações de momentos divertidos de 2016 que ele próprio fez.


E assim termino o primeiro dia desta Youtubers Week, vocês já conheciam este Youtuber?

domingo, 27 de agosto de 2017

Big Bang

Como podem ver hoje vou vos falar dos Big Bang.

P.S.: Vou falar apenas de alguns prémios, turnês e álbuns deles.

Big Bang é um grupo sul-coreano de 5 membros formada pela YG Entretainment, tendo a sua estreia oficial a 19 de agosto de 2006. Os seus membros são G-Dragon, T.O.P, Taeyang, Daesung e Seungri. É umas das bandas mais famosas da Coreia do Sul, tendo bastante influência na Ásia.


Antes da estreia do grupo, alguns dos membros já tinham participado na indústria do entretenimento. G-Dragon e Taeyang foram os primeiros a treinarem na YG Entertainment com onze anos. T.O.P era um rapper underground e utilizava o nome artístico de "Tempo". Uma das suas faixas mais populares foi "Buckwild", com NBK Gray. Após G-Dragon ser abordado pela YG Entertainment, a fim de ser um dos possíveis candidatos para começar um grupo masculino, ele contactou T.O.P, amigo de infância, levando-o a participar numa audição. Seungri apareceu pela primeira vez no programa de televisão chamado Let's Cokeplay: Mnet Battle Shinhwa, em que o grupo Shinhwa procurava membros para compor a "segunda geração Shinhwa". Assim, a formação original do Big Bang consistia em 6 membros, além dos supracitados G-Dragon, Taeyang, T.O.P e Seungri, foram adicionados Daesung e So-1 que também foram selecionados através de audições. A formação do grupo foi apresentada num documentário para a televisão e antes de sua estreia oficial, So-1 foi retirado.


Enquanto o grupo estava em uma pausa no início de 2009,os seus membros seguiram em atividades solo. Eles reuniram-se para colaborar com as 2NE1, uma novo grupo feminino da sua gravadora, apelidada na ocasião de "Big Bang feminino", para a canção "Lollipop", que foi utilizada para promover um telefone telemovél da empresa LG, além disso, um vídeo musical também foi filmado para a sua promoção. Posteriormente, o grupo lançou o seu terceiro single digital promocional intitulado "So Fresh, So Cool", para a marca de cerveja Hite, sem a presença de Seungri, pois não possuía idade para beber.


Em janeiro de 2010, os Big Bang realizaram um concerto 2010 Big Bang Concert Big Show,no Estádio Olímpico de Seul. No mês seguinte, foram ao Japão realizar a turnê Electric Love. O seu terceiro álbum de estúdio japonês, Big Bang 2 (2011), foi precedido pelo lançamento de três singles: '"Koe wo Kikasete”, "Tell Me Goodbye" e "Beautiful Hangover". "Koe wo Kikasete" foi incluído no drama japonês Ohitorisama e atingiu a 4º posição na parada da Oricon. "Tell Me Goodbye" foi incluída no relançamento do drama sul-coreano Iris no Japão. A canção provou ser popular recebendo comentários favoráveis e venceu o prêmio de Canção do Ano no Japan Record Awards. Na Coreia do Sul, o grupo lançou dois singles com vínculos promocionais, o primeiro "Lollipop Part 2", para promover um telemovél e o segundo "Shout of the Reds", que contou com a participação da banda de rock Transfixion e da patinadora Kim Yuna, em apoio ao Mundial de 2010. Durante a maior parte do ano, os membros promoveram os seus trabalhos individuais, incluindo o lançamento da subunidade GD&TOP com o seu álbum de colaboração. Também receberam diversos prêmios notáveis, incluindo o de 5 Novos Artistas no Japan Gold Disc Awards, bem como o prêmio de Melhor Novo Artista. Próximo ao fim do mês de maio, o grupo recebeu os prêmios de Melhor Vídeo Pop e o de Melhor Novo Artista no MTV Video Music Awards Japan.


Após quase dois anos de uma pausa das suas atividades como um grupo na Coreia do Sul retornaram ao país com o seu concerto 2011 Big Show. Onde apresentaram canções do seu último EP Tonight (2011).
Em 2011, venceram os prêmios de Melhor Artista Global do MTV Europe Music Awards, como os representantes da região Ásia-Pacífico, recebendo mais de 58 milhões de votos, e o prêmio de Melhor Vídeo Musical com "Love Song", no Mnet Asian Music Awards. Mais tarde o grupo celebrou o décimo quinto aniversário da YG Entertainment, participando do YG Family Concert Tour, que foi seguido do lançamento a 14 de dezembro, da sua terceira coletânea de maiores sucessos, contendo uma versão japonesa da canção "Haru Haru".


Em 2012, a YG Entertainment deu início a divulgação de Alive, o terceiro EP coreano dos Big Bang, lançado no dia 29 de fevereiro nos formatos físico e digital. A sua pré-venda obteve 260.000 cópias em duas semanas. "Blue" tornou-se o primeiro single, lançado uma semana antes do EP. Alive tornou-se um sucesso comercial, vendendo mais de 200.000 cópias no seu primeiro mês de lançamento.Internacionalmente, os Big Bang obteveram cinco posições na K-Pop Hot 100 da Billboard, e a posição número 150 da Billboard 200, tornando-se o grupo no primeiro artista sul-coreano a ter um álbum em coreano. A sua popularidade também impulsionou-os a entrar na Billboard Social 50, em 24º. Mais tarde, o grupo recebeu reconhecimento de sites locais notáveis, como a revista Time e tiveram uma foto sua em destaque na página inicial do Grammy Awards.


Em 2015, reuniram-se para o lançamento dum projeto especial contendo quatro álbuns single: M, A, D e E. Em maio, M foi lançado contendo as canções "Loser e "Bae Bae", que alcançaram as posições de número um e dois, respectivamente, na Billboard  World Digital Songs. Este feito de um artista sul-coreano, tinha sido realizado apenas pelo seu  companheiro de gravadora Psy, com as canções "Gangnam Style" e "Gentleman". "Bae Bae" venceu os prêmios de Melhor Canção Pop e de Canção do Ano no Korean Music Awards.


Em junho, A foi lançado contendo as canções "Bang Bang Bang" e "We Like 2 Party", que também ocuparam as posições de número um e dois na Billboard World Digital Songs. Em junho, o projeto especial conseguiu obter mais de 100 milhões de visualizações no Youtube. Posteriormente, "Bang Bang Bang" venceu o título de "Canção Internacional do Verão" pelo MTV Iggy.


Em julho, D foi lançado contendo as canções "If You" e "Sober", que alcançaram as posições de número dois e três na Billboard World Digital Songs. Ainda no mesmo mês, o grupo conquistou a marca de 200 milhões de visualizações de seus vídeos musicais referentes a M, A e D.


Em agosto, E foi lançado contendo as canções "Zutter", pertencente a subunidade GD&TOP e "Let's Not Fall in Love". As vendas combinadas dos singles, foram de mais de quinze milhões de cópias por toda a Ásia. Para a promoção, o grupo iniciou a turnê Made World Tour, que recebeu sucesso tanto comercial como de crítica. A turnê reuniu um público de , aproximadamente, 1,5 milhões de pessoas ao redor do mundo.


Em dezembro de 2016, lançaram Made, o seu terceiro álbum de estúdio coreano, após um atraso de mais de um ano. O álbum foi lançado nos formatos físico e digital. O seu lançamento foi precedido pelos singles "Fxxk It" e "Last Dance". As duas canções juntamente com "Girlfriend", alcançaram os primeiros lugares na Gaon e venderam juntas, mais de um milhão de cópias digitais em apenas cinco dias na Coreia do Sul.
A versão digital do álbum, vendeu um total de 1,113,494 cópias nas três principais plataformas de música chinesas. Made levou os Big Bang a entrar pela segunda vez na Billboard 200, ao alcançar o 172º lugar. Mais tarde, com o intuito de encerrar as atividades promocionais de Made e a sua turnê de 10 anos, os Big Bang realizaram a sua última apresentação em Hong Kong em janeiro de 2017. Posteriormente, realizaram uma pausa de suas atividades, devido ao serviço militar obrigatório a ser realizado pelos membros, que se iniciou com T.O.P a fevereiro de 2017.


Ainda neste ano T.O.P. foi internado depois duma suspeita de overdose de tranquilizantes (droga) que foram receitados por questões de saúde, este foi encontrado inconsciente sendo depois levado para a Unidade de Tratamento Intensivo, esteve nesta unidade por volta de mais de dois dias.

Membros


G-Dragon


Posição na Banda: Líder e Main Rapper
Nome Verdadeiro: Know Ji Yong
Data de Nascimento: 18 de Agosto de 1988
Altura: 1,77
Tipo sanguíneo: A
Família: Mãe, Pai e Irmã.


T.O.P


Posição: Rapper e Beat BoxerReal
Nome Verdadeiro: Choi Seung Hyun
Data de Nascimento: 4 de Novembro de 1987
Altura: 1,81
Tipo sanguíneo: B
Família: Mãe, Pai e Irmã mais velha.


Taeyang


Posição: Vocalista
Nome Verdadeiro: Dong Yong Bae
Data de Nascimento: 18 de Maio de 1988
Altura: 1,74
Tipo sanguíneo: AB
Família: Mãe, Pai e Irmão mais velho.


Seungri


Posição: Vocalista
Nome Verdadeiro: Lee Seung Hyun
Data de Nascimente: 12 de Dezembro de 1990
Altura: 1,76
Tipo sanguíneo: A
Família: Mãe, Pai e Irmão mais novo.


Daesung


Posição: Vocalista
Nome verdadeiro: Kang Dae Sung 
Data de Nascimento: 26 de Abril de 1989
Altura: 1,78
Tipo Sanguíneo: O
Família: Mãe, Pai e Irmã mais velha.


Curiusidades

1. Os BIGBANG foram fazer uma visita surpresa para o Daesung que estava a gravar um drama, mas o Seungri não queria ir;
2. Os BIGBANG eram considerados um grupo de pessoas feias no início, as pessoas faziam muitos comentários maldosos;
3. Seungri chorou ao encontrar o GD após o escândalo envolvendo canábis e abraçou-o. Ele ficou chateado e desapontado;
4. BIGBANG foi o primeiro grupo a representar a Ásia no EMA;


5. Seungri sempre sabe a agenda do grupo;
6. Sempre que o Seungri abre a boca em algum programa de variedade, os meninos já ficam com medo;
7. Seungri disse que GD gosta de fazer coisas especiais para as garotas. Como ela abrir o porta malas e sair vários balões em forma de coração;
8. BIGBANG é o único grupo que tem 2 músicas na lista de “Melhores Canções do K-Pop de 2015” feita pela Billboard;
9. A YG disse que todos eram perfeitos para fazer parte de um grupo de idols, menos disseram para o Daesung;
10.PSY elogiou o TOP dizendo que ele era muito bonito, mas TOP não concordou;
11. Seungri disse que conseguiu o primeiro comercial para os BIGBANG no Japão por causa das pessoas que ele conhecia;
12. TOP disse que no inverno, Daesung usa apenas um casaco sem alguma blusa por baixo. Até no frio ele usa t-shirt;
13. GD já abriu concertos do Justin Bieber na Coréia;
14. Seungri já fez trabalhos voluntários;
15. TOP foi eleito pela revista GQ Taiwan como um dos homens mais bonitos de 2015;
16. Enquanto todos os membros fazem brincadeiras e riem em paródias feitas para os fãs, TOP é sempre o único sério;
17. Seungri já apresentou 3 rapazes para a Dara das 2NE1;
18. Britney Spears estava  a concorrer ao mesmo prêmio que BIGBANG ganhou, GD brincou mandando-lhe um recado lamentando isso;
19. BIGBANG estava a jogar futebol no set de filmagem de Sober, até que que o GD pegou a bola e saiu a correr;
20. O apelido do TOP era “tartaruga” porque ele estava sempre de mochila;
21. Numa festa de fim de ano na casa do PSY, TOP ficou a brincar no escorregador dos filhos do PSY que ficava na sala;
22. Desde os dias de trainee, o estilo do TOP foi sempre algo voltado ao hip-hop;
23. GD não estava sóbrio quando gravou Sober;
24. Os membros cozinharam pele de porco e o TOP brincou que era a pele deles que foi tirada das costas para a comida;
25. TOP já reclamou com uma apresentadora porque o microfone era pesado demais;
26.Mesmo muita gente gostando de Loser, os BIGBANG preferem Bae Bae;
27. Perguntaram quantos filhos o Taeyang queria ter e ele respondeu na brincadeira que quer ter uma equipa de futebol;
28. TOP confia muito em Daesung, então gosta de mostrar-lhe as suas músicas, assim terá uma opinião sincera;
29. Seungri dizia que ele e o TOP “salvavam” o grupo por serem bonitos e pedia para o TOP não ter raiva do Daesung por ele ser feio;
30. Assim que o cantor Tablo chegou na YG, Seungri logo quis fazer amizade dizendo que divulgaria o álbum dele;
31. O ato mais memorável para os BIGBANG foi o primeiro concerto após o debut, mas eles têm muitas boas lembranças para além dessa;
32. Taeyang disse que o segredo do sucesso é nunca fazer da popularidade uma meta, mas aproveitar o momento;
33. Seungri conhece bastantes mulheres e lugares perfeitos para ter um encontro, GD e TOP pedem-lhe sempre ajuda;
34. Agora que GD amadureceu, Seungri que ficou com o posto de conquistador;
35. Seungri atrasou a entrada dos BIGBANG num concerto, porque ele parava para cumprimentar as pessoas;
36. Um restaurante em Tóquio criou um cardápio personalizado dos BIGBANG, inspirado na série MADE;
37. GD e TOP encomendaram correntes personalizadas, mas elas só chegaram depois que terminaram de promover o álbum;
38. Seungri tem que ficar na ponta dos pés pra ficar do tamanho do TOP;
39. Taeyang sente-se mal pelos BIGBANG não conseguirem mostrar como realmente são algumas vezes, acabando por desagradar algumas pessoas;


40. A irmã do Daesung é uma soldada. Mesmo longe, ela se preocupa muito com o Daesung;
41. Taeyang disse que os BIGBANG fazem músicas que demonstrem quem eles são e que agrade os fãs ao mesmo tempo;
42. GD disse que Seungri conhece gente ao redor do mundo, tem muitos amigos e parentes no Japão, América e em todas as cidades da Coréia;
43. Todos escolheram que Daesung foi o que teve sua aparência melhorada depois do debut, somente Taeyang que descordou e escolheu ele mesmo;
44.TOP já deu um beijinho em Taeyang após ele elogiar a música Oh Yeah;
45. Na sua época de trainee, GD foi considerado o membro mais amigável entre as raparigas. Ele é conhecido como o rapaz romântico;
46. Seungri fez uma pergunta para o GD num programa, como ele não sabia responder, o próprio Seungri respondeu;
47. G-Dragon já levou a Dara a fazer snowboard;
48. De todos os membros, GD é o que mais tem escândalo com mulheres;
49. GD já caiu de rabo quando tentou saltar a corda;
50.Seungri disse que é o único membro que não é tímido;
51. TOP considera-se um grande amigo do GD, porque ficou ao lado dele mesmo quando o GD usava roupas ridículas;
52. O concerto dos BIGBANG em LA foi incluído na lista de 10 maiores vendas de bilhetes;
53. TOP disse que quando era pequeno e passava uma rapariga bonita na rua ele gritava falando que era ela linda;
54. Seungri disse que sempre que vai a algum restaurante que gosta ele diz “Nós somos clientes frequentes, deveria nos dar mais comida”;
55. TOP não foi para o jantar que reservou porque estava a jantar com o seu amigo, um nadador famoso;
56. BIGBANG já fezeram uma paródia da música I Love You do 2NE1;


57. Seungri disse que se chama Daesung e Taeyang para sair, eles ficam relutantes. Se chamar o GD e o TOP eles aceitam na hora;

58. Taeyang disse que o grupo todo se reúne para comerem juntos, menos TOP que não se junta a eles;
59. No aniversário de Minzy, TOP pegou numa figurinha de uma boneca chamada Dugeun Dugeun, entregou para ela e disse “acho que gosto de ti”;
60. Depois de fazer exercícios, TOP senta do lado dos membros e pede para eles tocarem seu corpo;
61. Daesung usa sempre camisas com golas decotadas. Ele disse que não usava gola V, mas uma que ia até o umbigo;
62. Num aeroporto no Japão na parte de imigração, era necessário retirar o casaco. Daesung não queria tirar porque não usava nada por baixo;
63. GD disse que durante as gravações de Tonight em Las Vegas, Seungri desaparecia direto. Ele teria proibido Seungri de ir para Las Vegas;
64. Taeyang gostaria de ser igual ao PSY, comer à vontade sem se preocupar com o corpo e sair pra beber quando termina o trabalho na YG;
65. TOP já saiu no meio de um programa de talk show para ir a casa de banho;
66. Daesung disse que o seu corpo tem muito calor;
67. TOP não entrava muito no chat em que os membros tinham para conversar, então ele nunca sabia o que acontecia;
68. Na época em que era trainee, CL das 2NE1 já viu o TOP trocando de roupa sem querer;
69. Seungri disse que sempre que sai, recebe mensagem do GD e do TOP pedindo para irem juntos, porque ele é divertido;
70. Seungri queria que CL fizesse uma batalha de rap com o GD. CL disse que odiava o Seungri e mandou ele fazer isso;
71. Seungri ligou para Dara pra apresentar um rapaz e a CL pegou no telefone da mão dela e desligou;

Dara e Seungri

72. Perguntaram para Paris Hilton se ela gostava de algum cantor coreano e ela disse que sim, do G-Dragon;
73. Seungri considerou TOP como o membro que é o “filhinho da mamã”. TOP liga para sua mãe a todo momento;
74. GD coleciona muitas esferas do Dragão;
75. Num término de relacionamento, o TOP é frio, mas dependendo do caso ele troca os papéis e ele que é fraco;
76. GD revelou que num estúdio do Inkigayo na SBS havia uma parte subterrânea em que os idols iam para ter encontros secretos;
77. GD não consegue terminar um relacionamento, se ele não tem mais sentimento, ele faz coisas para que a outra pessoa diga primeiro;
78. TOP disse que a melhor coisa de fazer parte dos BIGBANG é quando reconhecem eles num restaurante e dão comida extra;
79. A verdade é que Taeyang quer ter uma menina e um menino se possível;
80. GD disse que num concerto, estavam todos da plateia dançando, menos uma pessoa, ela estava parada, não ria, nem chorava;
81. GD disse que é um hábito abraçar as pessoas por trás;
82. GD disse que só pelos sapatos é possível identificar os membros do BIGBANG;
83. Durante o concerto da YG Family, TOP foi no camarim das 2NE1 e ficou olhando para Minzy com um brilho maldoso nos olhos;
84. TOP é uma pessoa imprevisível;
85. PSY disse que Seungri é muito bom para fazer amizade com as pessoas, assim ele consegue as coisas facilmente;


86. Taeyang disse que todos ficaram chateados e que pensa que precisam ganhar uma medalha de ouro para comer com o TOP.

Vocês já conheciam este grupo? Se sim qual o vosso bias e música preferida? O meu bias é o G-Dragon e o porque nem eu sei dizer, já a minha música preferida tb é um pouco difícil de dizer, pois gosto de várias.

Harry Potter e os Talismãs da Morte

Bem, parece que hoje é o nosso último dia da Semana Harry Potter e então hoje e apenas numa publicação falarei dos Talismãs da Morte, exato dois filmes numa publicação ;)








       

Começemos então!








Após o duo inicial encantador de Chris Columbus para a saga, tivemos a visão um pouco cansativa mas muitíssimo autoral de Alfonso Cuarón para O Prisioneiro de Azkaban, a prioridade dos efeitos e avanço da história em detrimento da qualidade na versão de Mike Newell para O Cálice de Fogo, e chegamos a David Yates, que assinou o contrato para a direção de A Ordem da Fênix e conseguiu a cadeira cativa e a missão de finalizar a série cinematográfica mais cotada deste início de século. A Ordem da Fênix, um dos livros mais complexos da série, teve uma versão cinematográfica rala e ainda marcou o início da Era do Espectador Potterhead, ou seja, só entenderia completamente os filmes dali para frente, quem tivesse lido os livros. Não é preciso dizer que para o cinema, esta atitude de “grupo fechado” é algo completamente anormal e imperdoável, mas por outro lado, os fãs do menino bruxo sentem-se privilegiados pelo domínio pleno de uma linguagem e sucessão de fatos incompreensíveis para o mundo dos muggles.
N’O Príncipe Misterioso, uma tendência fotográfica abominável que muito permeia os filmes de fantasia desta Era Digital encontrou nos tons verdes e cinza o seu reino eterno: o monocromatismo. Além disso, a pouca originalidade da trilha sonora, sem John Williams na composição desde Azkaban, serviu para dar ânsias e semear o mal estar nos fãs mais exigentes e nos espectadores mais críticos, algo que, felizmente, diminui muito nesta penúltima parte da saga, Os Talismãs da Morte: Parte I.
Se nos dois filmes que dirigiu anteriormente David Yates priorizou os efeitos visuais e especiais acrescidos de uma agilidade quase forçada a fim de dar andamento à história, nesta penúltima parte, em duas horas e vinte e seis minutos de filme, o objetivo é outro: trazer o máximo de elementos do livro para o ecrã, plasmar o amadurecimento emocional-psicológico e mágico dos protagonistas e dar conta do mundo ameaçado pelas forças do macabro Lord Voldemort, um mundo de medo, repressão, prisão e julgamentos arbitrários de bruxos de “sangue mau”, além da busca solitária por objetos ícones para o “lado das trevas”.

Apesar desta nova linha de direção,  é muito difícil analisarmos esta primeira parte do último capítulo da saga, porque ela é o meio de um processo iniciado no filme anterior e que será completada no próximo ano. Ainda assim, As Relíquias da Morte I possui luxos e e também problemas dignos de um olhar mais atento.
Já nas primeiras sequências, a sensibilidade quase lírica com que vemos Hermione apagar a memória dos pais e as suas fotos de todos os quadros da casa, mais as tomadas paralelas do trio protagonista da saga, mostram o estado de espírito de cada um e o rumo que seguem a partir desse momento. O filme, desde a sua introdução, é a saída para uma longa busca.
Em meio ao tenso e macabro mundo em que vivem os bruxos agora, pontadas de humor e inadequações dramáticas quebram a atmosfera lúgubre: o casamento de Fleur e Bill Weasley, a invasão do Ministério da Magia por Harry, Ron e Hermione, as tentativas de reconciliação de Ron com Hermione, após voltar para a cabana, e a melhor de todas as sequências cómicas, embora dentro de um contexto nada engraçado: a transfiguração dos sete Potter. Mesmo o uso da câmera e a moderada quantidade de planos dessas sequências são exemplos de um leve amadurecimento narrativo, o que podemos dizer que também aconteceu com a fotografia e o uso da música.

A montagem preferiu a divisão entre os planos como se fossem capítulos do livro, e o uso do fade-out foi a transição usada em larga escala. A suavidade entre os blocos de ação, no entanto, não justificam a supressão do preparo para os acontecimentos. Tudo acontece muito rápido e essa é a poeira que acompanha o novo vento de David Yates. As longas panorâmicas geográficas e os planos médios de observação das vigílias de Harry e Hermione poderiam dar lugar ao processo de criação da ação, o que deixaria a narrativa melhor embebida em suspense, recurso usado de forma interessante.
Apesar de não inovar completamente e pecar sem escrúpulos na passagem do tempo e no trabalho com a decupagem, rompantes de criatividade e beleza arrebatam o espectador neste filme, sendo o maior deles, a representação em animação d’O Conto dos Três Irmãos. Aqui, a fotografia do português Eduardo Serra alcançou um dos seus melhores momentos no filme. As sombras que desfilam para formar a história que ouvimos narrada em off são um espetáculo à parte. Nunca, em nenhum dos filmes da série, uma sequência tão bela teve tanto a ver com o contexto e conseguiu tamanha beleza e pertinência no guião. Mesmo os elementos visuais que ligam a casa dos Lovegood à história macabra, “Era uma vez três irmãos que estavam a viajar por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer…”, correspondem a 100% à representação, quase um teatro de sombras digital.

A emoção e o definitivo clima de guerra são as grandes colunas aqui. A morte da Edwing, do Dobby e do líder da Ordem da Fénix, Alastor Moody, dentre outras, servem para salientar a maldade dos Devoradores da Morte e a impotência dos bruxos bons frente a essa força que cresce desenfreadamente.
A supressão do tempo de preparação de algumas ações-chave para a história tentam ser corrigidas através das visões do Harry em contacto com a mente do nosso Lord Voldemort. Sequestros, mortes e violações são pré-vistas pelo jovem e mostradas rapidamente ao espectador, culminando na última cena do filme, quando o túmulo de Dumbledore é violado e a principal relíquia da morte é roubada pelo malvado Lorde das Trevas. Esta primeira parte de Os Talismãs da Morte é claramente um grande esforço de David Yates. Embora não seja um excelente filme, agrada pelo seu moderado dinamismo narrativo, pela revelação leve da sexualidade, pelos sustos e bons efeitos especiais. A história perde no guião que prima pela languidez, tendo muito tempo morto e deixando de lado o caminho da ação, algo tão prezado no último livro. 
Harry Potter e Os Talismãs da Morte – Parte 2 traz o fim da saga com muitissima dignidade, embora algumas expectativas frustradas colaborem para fazer o espectador desgostar deste ou daquele rumo dado ao filme. Embora estas questões pontuem toda e qualquer obra adaptada para o cinema, esta última parte é um momento delicado e é importante que o vejamos de uma maneira diferente. 
Sendo uma continuação imediata do filme anterior, não havia outro meio para David Yates não trazer desde o início a atmosfera de tristeza, abandono e medo que sobrevivera ao fim do último filme, quando Voldemort conseguiu uma das essenciais relíquias da morte. Neste sentido, não é de estranhar que o filme comesse com uma carga reticente de acontecimentos e que traga um grande fluxo de ação antes mesmo de completada a primeira meia hora.
Sendo resultado de um “trabalho de retalhos”, esta última parte peca no ritmo externo e tropeça em alguns momentos no ritmo interno. No primeiro caso, estamos diante do mais pequeno de todos os oito filmes, e por isso mesmo uma enorme quantidade de acontecimentos precisam ser condensadas e agrupadas de modo lógico para que tudo se encontre e resolva no fim. A tarefa do editor Mark Day foi particularmente difícil e, apesar das suas tentativas de equilibrar o filme, não logrou fazê-lo o tempo todo, especialmente se considerarmos o fim, quando, a despeito da força das cenas, houve uma grande desaceleração dramática. No segundo caso, o trabalho da montagem paralela chegou a desestruturar algumas sequências, porque, embora intensificasse o suspense por algum tempo, no fim de contas chegava ao produto fácil, com um “encontro” entre as cenas; ou não chegava a lugar algum: os dois acontecimentos resolvendo-se por si só em lugares separados, como no momento em que o trio protagonista foge para salvar o meu lindo Draco (sim, ele é o meu personagem favorito).
Numa análise pormenorizada, percebemos que Os Talismãs da Morte – Parte 2 é um filme pensado para “ter cara de último filme”, daí o desfile dos personagens no ecrã. Os flashbacks e o tom nostálgico são os grandes responsáveis por emocionar o espectador e fazer deste o melhor filme de toda a saga. Antes de mais nada, Harry Potter representa toda uma geração que cresceu a ler os livros e a ver os filmes, portanto, não se trata de pouca coisa, trata-se de uma geração inteira que se reconhece, também na ficção, como adultos; por isso a grande identificação com tudo o que temos neste último filme. 
 Na direção, David Yates é melhor do que fora nos outros filmes e o mesmo mérito cabe ao elenco jovem. Daniel Radicliffe e Emma Watson estão muito bons, o primeiro na sua melhor apresentação de toda a saga, e a segunda acompanhando a ascendência da postura vinda com a idade. O destaque-surpresa vai para Rupert Grint.

Na pele de Belatrix Lestrange, Helena Bonham Carter é uma revelação, com duas aparições completamente diferentes e absolutamente perfeitas. O outro destaque vai para o eterno Alan Rickman, o misterioso Severus Snape. Lágrimas, paixão e dor, são palavras que podemos associar à sua personagem nesta parte final e a sequência da sua morte e o que se segue é certamente uma das melhores cenas do filme. Matthew Lewis, o atrapalhado Neville Longbottom destaca-se bastante e coube-lhe uma das cenas mais interessantes do fim do filme. Ralph Fiennes dá um espetáculo de maldade na pele de Lord Voldemort. Além da excelente caracterização, o ator consegue trazer consigo todo o símbolo do mal. É realmente impagável.
Com louváveis efeitos visuais e especiais e a hipnotizante trilha de Alexandre Desplat, o filme consegue afirmar-se como produto inteiro. Se escorrega em alguns pontos da sua forma técnica, ganha outros tantos na ação, nas atuações, na direção de arte e na fotografia, aliás, um louvável trabalho de Eduardo Serra, que passa da predominância de tons escuros, azulados e negros, para um fim de filme bem iluminado e, apesar de não descaracterizar o todo da obra usando excesso de cores quentes, a mudança é sentida e dramaticamente significativa, dando o acertado ar de esperança para o fim. Em tempos de paz, apenas o peso recorrente da afirmação da família poderia caber na última cena e é isso mesmo o que acontece. Embora sem a essência mais fraterna e mais “humana” do livro, temos no desfecho a sensação de que tudo, enfim, acabou. Todos os dramas de uma vida, os medos e as esperanças estão ali. O rapaz que sobreviveu e os seus amigos agora são pais de família. Nada indica que o mal retornará. O bem venceu. E por mais clichê que isto possa parecer, isto agrada. Harry Potter e o seu mundo bruxo, sem as tantas ameaças que tinha, ficam tão normais quanto o mundo dos muggles. E por isso mesmo é hora de acabar. Como o comboio que parte de King’s Cross, vemos o grande fenômeno cinematográfico do nosso tempo partir, sendo assim o fim de uma era.
Bem chegamos ao fim da nossa Semana Harry Potter que sem dúvida irá deixar saudades <3

sábado, 26 de agosto de 2017

Harry Potter e o Príncipe Misterioso

Chegamos ao nosso penúltimo dia da Semana Harry Potter e como não podia deixar de ser, vou falar do nosso querido filme Harry Potter e o Príncipe Misterioso.
O Principe Misterioso pode não ser a revelação da saga Harry Potter, mas certamente é um dos filmes mais densos da série. O diretor David Yates teve aqui o mérito de trazer um livro bastante teórico para os ecrãs de um modo muito satisfatório, esboçando viagens, diálogos quase filosóficos, crises de consciência e a abertura para a grande investida do bem contra o mal. Embora haja uma infantilização nada necessária e os amores adolescentes tenham minimizado bastante o valor geral do filme, o apuro estético contido nas diversas sequências de magia e a grande jornada de Harry ao lado de Dumbledore, mais sentida no livro do que no filme, fazem desta obra, apesar dos defeitos, uma boa e sombria diversão.
Com a ascensão do poderoso Lord das Trevas, a comunidade bruxa procura ao máximo minimizar os efeitos que isso pode causar nas suas vidas, mas a agressão dos Devoradores da Morte, agindo cada vez mais abertamente, só mostra o quão complexa é a situação da sociedade bruxa naquele momento. Uma comparação com a ascensão de qualquer regime fascista não seria deslocada aqui, e podemos observar essas semelhanças de uma melhor forma se nos focarmos no discurso do Voldemort e dos seus seguidores, com destaque para a primazia dada aos bruxos de “sangue-puro” ou a forma como ele trata os que não se enquadram naquela categoria. Tanto na obra literária quanto no cinema, O Enigma do Príncipe é uma espécie de ponte para a longa jornada e futura batalha que ocorrerá em Hogwarts mais adiante.
Há um deslocamento das aulas, do funcionamento interno de Hogwarts para algo mais “desleixado”, e o guião do filme, nesse sentido, sofre bastante. Mas a compensação aparece nas “viagens” feitas por Harry, com destaque para a ótima animação feita “com tinta” em relação ao pensador e em toda a longa sequência de Dumbledore e Harry na busca da Horcrux num rochedo perdido do Mar do Norte. Um dos ótimos momentos visuais no filme é o feitiço lançado por Dumbledore que afasta os mortos do lago. Na mesma medida, vejo que a morte do diretor de Hogwarts é de deplorável alcance dramático, com uma secura que não convém àquela cena que deveria ter tudo para ser uma das melhores. Isso é ainda mais grave, porque a fotografia de Bruno Delbonnel não ajuda nem um pouco a construir os sentimentos do espectador e nem em passar as mudanças internas da obra através de uma paleta de cores ao menos básica. Isso que dizer que O Enigma do Príncipe é certamente o exemplar monocromático da saga. Isso aconteceu antes, é verdade, mas aqui, essa presença é maior e de impacto mais negativo, justamente pelo peso que o texto nos traz.
Mas infelizmente não para por aí. O fim do filme é realmente o seu ponto mais fraco, com uma deixa e um arranjamento de eventos que nem satisfaz bem a totalidade do presente filme e nos enerva ao máximo quando não prepara bem o cenário para os eventos que virão. Ao menos no livro essa deixa está bem estruturada, Steve Kloves deveria ter seguido o exemplo literário nesse ponto.

Apesar de todos estes elementos, O Enigma do Príncipe não é um filme tão odioso quanto pintaram-no alguns fãs. Vale uma boa e tensa visualização, apesar do ar de romance adolescente e certas escolhas narrativas contrastarem com a realidade trágica em que os bruxos enfrentavam. Uma realidade que só piora a partir daqui!
Nem posso acreditar que a Semana Harry Potter já acaba amanhã :( Vou ter saudades de falar da minha saga preferida de todos os tempos!


Crossover entre Final Fantasy XV e Assassin's Creed Origin

Foi anunciado na Gamescom 2017 uma parceria entre a Ubisoft e a Square Enix através dos seus jogos Final Fantasy XV e Assassin’s Creed Origins.


Segundo o diretor de AC, Ashraf Ismail, “Esta colaboração é o resultado de vocês serem grandes fãs”. Ele ainda completa: “Há um grande respeito entre as duas equipas e não podemos ficar mais entusiasmados com a oportunidade de homenagear o trabalho uns dos outros”.
A partir do dia 30 de agosto, os jogadores que conseguiram o Dream Egg durante o evento Moogle Chocobo Festival irão ganhar uma roupa de assassino para o príncipe Noctis. E no dia 31 de agosto, será lançada a DLC gratuita chamada Assassin’s Festival. A cidade de Lestalium terá novas atividades, itens e recursos temáticos adicionais. Além disso, Noctis ganhará outra roupa temática, que permitirá que o protagonista explore mais como um assassino e utilize algumas das habilidades de AC.

Ainda não se sabe se algum conteúdo de FFXV estará presente em Assassin’s Creed Origins.


Assassin’s Creed Origins será lançado no dia 27 de outubro para PC, PS4 e Xbox One.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Harry Potter e a Ordem da Fénix

Estamos a chegar à reta final da nossa Semana Harry Potter e isso significa que chegamos finalmente ao meu livro/filme preferido, exatamente o Harry Potter e a Ordem da Fénix, eu simplesmente amo o filme e amo ainda mais o livro <3
Desde que Alfonso Cuarón dirigiu Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, as aventuras do agora bruxo míope e com uma cicatriz em forma de raio na testa deixaram de ser voltadas ao público infantil. Cuáron revolucionou a saga ao optar por uma abordagem mais séria e sombria, que foi levada adiante por Mike Newell em Harry Potter e o Cálice de Fogo. Mas é este Harry Potter e a Ordem da Fénix que define o que a saga já deveria ter sido há muito tempo, e os méritos disso vão especialmente para David Yates, um premiado diretor televisivo, que causou certas dúvidas sobre se era a escolha apropriada ou não, mas que surpreendeu com o seu bom resultado fazendo um dos filmes mais interessantes da saga, senão mesmo o mais interessante.
Já no seu quinto ano em Hogwarts, Harry descobre que a comunidade bruxa está a abnegar o seu recente encontro com o maligno Lord Voldemort, preferindo fechar os olhos perante as notícias de que o Voldemort teria regressado. Temendo que o venerável diretor da escola de Hogwarts, Albus Dumbledore, esteja a mentir sobre o retorno do Lord das revas, na tentativa de tomar o seu cargo, o Ministro da Magia Cornelius Fudge indica um novo professor para a disciplina de Defesa Contra as Artes Negras, de forma que este fique de vigia a Dumbledore e aos alunos de Hogwarts. Mas a indicada, professora Dolores Umbridge, faz com que a disciplina deixe de ser ministrada para os bruxos mais novos que estão despreparados para defender-se contra as artes negras que ameaçam a comunidade bruxa. Diante disso os amigos Ron, Hermione e Harry tentam resolver o problema formando secretamente um pequeno grupo de estudantes quem se denominaram “Armada de Dumbledore”. Harry ensina-os a como se defenderem contra as Artes Negras, preparando-os para uma batalha futura.
Assumindo o cargo de guionista Steve Kloves, o novato Michael Goldenberg alcança um ótimo resultado ao conservar apenas o essencial da história. Ainda que exista um ou outro tropeço, em termos de guião, o filme apresenta um grande salto: é mais complexo, mais tenso e trabalha muito bem nos aspetos dramáticos de alguns personagens. Claro, para isto, o Goldenberg foi forçado a realizar grandes cortes na obra, o que logicamente, causou a revolta na maioria dos fãs, incluindo a minha. Mas ainda que seja superior aos seus antecessores neste quesito, existe algo que tira boa parte da força do filme, que é a pouca inventividade da produção. O filme não é tão inteligente quanto O Prisioneiro de Azkaban, nem tão eletrizante quanto O Cálice de Fogo. Mas é, sem dúvida, superior aos dois primeiros exemplares, pelo facto de se afastar completamente do tom infantil e inocente visto nos filmes de Columbus. O clima de magia e descontração aqui é inexistente, dando lugar à evolução da história e dos personagens.
E em meio ao clima pesado que permeia quase cada canto do filme, o diretor encontra tempo para criar cenas belas e sensíveis, como o primeiro beijo do Harry (infelizmente com a Choo), um momento que é motivo de grande euforia, não apenas para o bruxo, mas para os fãs, que tão ansiosamente aguardavam por um momento destes. Outra passagem interessantíssima acontece durante um diálogo entre Harry e o seu padrinho, Sirius Black, onde o rapaz desabafa estar com medo de possuir uma certa tendência para o mal, pelo facto de estar sempre irritado, e é quando Sirius lhe responde que o mundo não se divide entre pessoas boas e más, todos temos luz e trevas dentro de nós, e que o que conta é o lado no qual decidimos agir. Um momento sem dúvida marcante. E todas estas emoções complexas e diversas são passadas ao espectador com uma atuação muito mais eficiente do Daniel Radcliffe. Este foi o primeiro filme que exigiu mais do trabalho dele e o ator respondeu com bastante competência, apresentando uma maior entrega ao papel e tornando Harry uma figura muito interessante de se acompanhar. Mas Radcliffe ainda precisa de um pouco mais de esforço para conseguir equiparar-se com a Emma Watson, sem dúvida, a mais expressiva do trio. A sua personagem é inteligente, racional, sabe o que quer, e tudo somado ao carisma de Watson torna Hermione uma das facetas mais interessantes da saga. Mas deve-se destacar também a evolução do Rupert Grint e o novo rumo que o seu personagem toma. Deixando de vez as caretas de lado, vemos que Ron já não é mais aquele rapaz palerma que víamos nos filmes anteriores. Quando o vemos defender o seu melhor amigo das injustas investidas maldosas dos outros, percebemos que ele já não é mais uma caricatura e sim um rapaz capaz de se por à frente do perigo para proteger a sua forte amizade com o Harry.
E já que chegamos à discussão sobre os personagens, é impossível não sentirmos uma tristeza ao ver uma variedade de coadjuvantes, interpretados por atores tão eficientes, serem reduzidos a pequenas participações. Alan Rickman, Maggie Smith, Robbie Coltrane, Brendan Gleeson, todos possuem um tempo ínfimo no filme, e mesmo que ainda cumpram os seus deveres com eficiência, fica difícil não nos sentirmos decepcionado pela redução de personagens tão interessantes. Mas o filme compensa todas estas diminuições com três adições pra lá de satisfatórias: a primeira é Evanna Lynch, que interpreta a esquisita mas simplesmente fofa e fantástica Luna Lovegood. Impressionante como a atriz, escolhida entre 15 mil candidatas, transborda naturalidade no ecrã, o que torna impossível não abrirmos um sorriso a cada vez em que ela aparece. Da mesma forma, Helena Bonham Carter torna digna de aplausos a sua interpretação da tresloucada Bellatriz Lestrange, que apesar de também não possuir muito tempo em cena, já dá uma prova do que esperar da personagem.
Mas o filme é dela. Da imensa Imelda Staunton. Já indicada ao Oscar de melhor atriz, Staunton traz-nos aquela que é, possivelmente, a melhor atuação de toda a saga. Desde a sua forma de andar, até ao seu modo de falar e sorrir, Staunton encarna com uma perfeição tremenda a megera e odiosa Dolores Umbridge. Nada menos que uma atuação espetacular. Mas surpreendentemente, o filme encontra alguns empecilhos na sua parte técnica. E isso é visível em alguns efeitos visuais. Mesmo com um gordo orçamento de 500 milhões de dólares, alguns efeitos visuais acabam por soar mal feitos e irreais, como é o caso do gigante Grope, feito completamente em CGI, e que consegue ser ainda pior do que o Trasgo visto no primeiro filme. Entretanto, é visível o esforço da equipa neste aspecto quando chegamos ao movimentado e divertido clímax. Um duelo entre varinhas tenso e empolgante, que culmina num grandioso embate final, regado a efeitos de fazer cair o queixo.
Sinceramente foi uma pena que a saída do compositor John Williams, que foi responsável pela trilha dos três primeiros filmes, continue a prejudicar a série. Se o Patrick Doyle, no quarto filme, não conseguiu equiparar-se ao compositor veterano, aqui o resultado é pior, já que o filme conta com uma trilha fraca e pouco inspirada de Nicholas Hooper, que não chega a ser má, mas passa praticamente despercebida. Deve-se destacar, porém, o admirável trabalho de fotografia de Slawomir Idziak, que abusa das entonações azuladas, e que contribui para a construção do clima sombrio do filme. E o competente desenhista de produção Stuart Craig, único da equipa técnica que permaneceu na saga desde o primeiro filme, novamente faz um trabalho esplendoroso, ao criar cenários luxuosos, grandiosos e que foram, injustamente, esquecidos pela premiação do Oscar.
Entre os seus erros e acertos, A Ordem da Fênix consegue surpreender pelo seu resultado super positivo, mesmo que nos faça torcer o nariz em vários momentos. Surpresa maior é o bom trabalho feito por David Yates, que com a sua direção segura, apesar de pouco ousada, mostra que, de facto, entendeu a essência da saga, e transformou este filme no mais interessante da saga.
Bem parece que neste quinto dia da nossa Semana Harry Potter descobriram o meu filme favorito ;) mas até ao fim desta semana mais filmes virão, fiquem atentos ;)