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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Eleven é uma assassina de massas?

Pouco antes da estreia de Stranger Things, a série era tratada apenas como 'o novo drama dos anos oitenta da Netflix protagonizado por Winona Ryder'. Bastou um fim de semana e o feitiço virou-se contra o feiticeiro: a atenção voltou-se totalmente para o carismático elenco infantil. Aproveitando a proximidade dos Emmy 2017, o THR conversou com os criadores da série sobre a primeira temporada. Para os irmãos Matt e Ross Duffer, uma das maiores surpresas sobre a repercussão da primeira temporada foi o facto da Eleven ter sido a responsável por tantas mortes e isso não se ter tornado num problema da história.
"Ela é tecnicamente uma assassina de massas", pontua Ross. "Mas todos eles o mereceram." Já Matt Duffer destaca um elemento em específico da temporada inicial que o público interpretou em geral, e deveria ter interpretado de forma equivocada: "Que a narrativa é conduzida por referências nostálgicas", explica. "Nós queríamos que a série capturasse o sentimento dos nossos filmes favoritos da década de 80, e queríamos trazer esta narrativa fora de moda até um novo meio. Mas nós propositadamente não queríamos ser irónicos ou auto-conscientes. Queríamos que soasse sincero. A escrita sempre foi impulsionada pelos nossos personagens e as suas jornadas."
As referências a dezenas de títulos que marcaram os anos 80 não passam despercebidas nem para o mais desatento dos espectadores, mas o co-criador explica que o objetivo dele e do seu irmão era justamente transcender os cruzamentos de informação; ou seja, além de trazê-las para um novo público, não parecer algo forçado ou um simples amontoado de Easter Eggs.

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